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Uso do cartão de crédito cresce e vira extensão de salário

  • Foto do escritor: Laís Moraes
    Laís Moraes
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura

Dados do Banco Central revelam que o rotativo já soma R$ 110 bi enquanto famílias tentam fechar as contas do mês


Pagamento por aproximação em estabelecimento comercial. Foto: Laís Moraes (Entrepontes)
Pagamento por aproximação em estabelecimento comercial. Foto: Laís Moraes (Entrepontes)

O simples gesto de aproximar o cartão de crédito na maquininha se tornou indispensável na rotina de milhões de brasileiros. Segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira (27), o uso do crédito rotativo, a linha mais cara do mercado, somou R$ 109,65 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2026. O crédito, que pode ser útil em emergências, também acende um alerta: o uso frequente como complemento da renda pode levar ao endividamento.


Dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostram que o recurso tem sido usado para despesas básicas, como alimentação e transporte, quando o dinheiro acaba antes do fim do mês.


Para entender como isso acontece na prática, o portal Entrepontes conversou com quem usa limite para tentar equilibrar as contas. É o caso de Fagner Clemente, estudante de jornalismo, que afirma recorrer ao cartão de forma estratégica.

“Eu procuro separar o que é essencial e evitar parcelamentos longos. Também tento pagar o valor total da fatura para não comprometer os meses seguintes“, explica.

A experiência do estudante mostra que o crédito pode ser utilizado como apoio no dia a dia, mas também exige atenção e planejamento para evitar o acúmulo de dívidas.


Fagner Clemente  relata sua experiência com o limite bancário. Foto: Laís Moraes (Entrepontes)
Fagner Clemente relata sua experiência com o limite bancário. Foto: Laís Moraes (Entrepontes)

Segundo o economista Josafá Verçosa, a solução passa pelo acesso a crédito barato e educação financeira, pilares essenciais para evitar que a situação se repita e garanta o equilíbrio das contas.

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