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Desemprego cai e registra menor índice no primeiro trimestre

  • Foto do escritor: Guthierry Martins
    Guthierry Martins
  • 8 de mai.
  • 2 min de leitura

Taxa é a mais baixa para inícios de ano desde 2012, mas ainda existem brasileiros desempregados


Agência do Trabalhador de Pernambuco / Foto: Mônica Dias – Arquivo pessoal
Agência do Trabalhador de Pernambuco / Foto: Mônica Dias – Arquivo pessoal

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação no país reduziu para 6,1% em comparação com os 7% contabilizados no início de 2025. Algo que é incomum nas estatísticas do Brasil nos três primeiros meses dos últimos 14 anos, aconteceu em 2026.


O estado de Pernambuco é uma das unidades federativas onde a população mais sofre com a falta de oportunidades de trabalho. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo (Sedepe), o território registrou no primeiro trimestre de 2025 a maior taxa de desemprego do país, com 11,6%. Apesar disso, encerrou o ano com queda para 8,7%, o menor índice desde 2014. 


Atendente em expediente numa clínica / Foto: Guthierry Martins - EntrePontes
Atendente em expediente numa clínica / Foto: Guthierry Martins - EntrePontes

Monica Dias, gerente de Comunicação da Sedepe diz que

“grande parte das novas vagas formais criadas no estado foram de pessoas entre 18 e 24 anos, ocupando quase 49 mil postos de carteira assinada, cerca de 60% dessas vagas foram ocupadas por mulheres”, afirma.

É o caso de Tarcila Vasconcelos, de 18 anos. Ela cursa publicidade e conseguiu seu primeiro emprego como jovem aprendiz de administração. Tarcila diz que seu processo foi rápido, cerca de quatro meses após terminar o ensino médio conseguiu uma oportunidade, mas ressalta: “Ainda é um pouco difícil, nem todos têm acesso à preparação para seleção. Acredito que a oferta poderia ser maior”, conclui.


Já para Thalita Araújo, estudante de administração, o processo ainda é complicado: “É uma sensação meio frustrante, vejo as notícias sobre a baixa do desemprego, mas quando olho para a realidade parece que nada mudou. Tenho 22 anos e ainda não consegui meu primeiro emprego. É uma sensação de estar ficando para trás”, relata.

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