top of page

Pesquisas indicam redução na taxa de aprovação de Lula

  • Foto do escritor: Guilherme dos Santos
    Guilherme dos Santos
  • 24 de mai.
  • 2 min de leitura

Governo atual divide opiniões dos brasileiros meses antes das próximas eleições presidenciais


Com a chegada do período eleitoral, as pesquisas eleitorais começam a indicar possíveis opções de voto dos eleitores. Um levantamento do Instituto Datafolha, de 17 de maio, apresentou uma redução na taxa de aprovação do mandato atual do Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva (PT), em relação ao mês de abril. Segundo os dados, cerca de 39% dos eleitores avaliaram a gestão negativamente, 30% enxerga de forma positiva e 29% afirmou ser regular.


É fato que a polarização dominou as intenções de voto dos brasileiros, mas a que ponto isso influencia o país no geral? O Sociólogo e Pós-Doutor em Ciências Políticas, Ronald Oliveira, explica.

"Desde 2018, o país está vivendo uma situação de polarização política. Existem dois campos: o campo da esquerda, e o campo da direita, representado principalmente por Jair Bolsonaro. O centro praticamente sumiu; um candidato quase não é votado hoje. Por conta disso, as pessoas tendem a avaliar o governo mal, mesmo com alguns efeitos positivos, por não gostar do candidato", disserta.

Apesar das divergências de opiniões, grande parte da população acredita que o atual presidente ainda é a melhor opção entre os candidatos. O eleitor Gilson Pereira avalia sua preferência. “Achei um bom governo. Lula tem feito coisas boas, mas não consegue trabalhar sozinho. Ele desenvolve uma ideia e a oposição tenta derrubá-la. No caso, a direita. Espero que ganhe a próxima eleição e continue mantendo o muito bom trabalho que tem feito até aqui", comenta.


Contudo, outra parcela não esconde sua preocupação com a eventual continuidade governista. O estudante Jorge Figueredo revela o motivo. “Me preocupo com o aumento dos gastos públicos e a falta de um controle fiscal mais rígido. Além da carga tributária, pois muitas medidas pesam o bolso da população. Por fim, a questão da segurança pública, que continua não obtendo avanços significativos. Por esses motivos, apesar de respeitar opiniões diferentes, não apoio o governo atual”, explica.


Comentários


bottom of page