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Obra no Espinheiro promete melhorar o trânsito recifense

  • Foto do escritor: Manuela Xavier e Maria Luísa Richter
    Manuela Xavier e Maria Luísa Richter
  • há 6 dias
  • 2 min de leitura

Construção de mais uma via em cada sentido da Avenida João de Barros busca ampliar a segurança viária e dinamizar fluxo de carros 


Foto: Manuela Xavier/Entrepontes
Foto: Manuela Xavier/Entrepontes

A Prefeitura do Recife anunciou um conjunto de intervenções na Avenida João de Barros, uma das principais vias da capital pernambucana, localizada na Zona Norte da cidade. As informações foram divulgadas no dia 11 do último mês e o início das obras está previsto para maio.


Entre as mudanças projetadas estão o alargamento em seis metros do pontilhão da avenida, com a adição de uma nova faixa em cada sentido, além da construção e requalificação das calçadas e a integração das rotas cicláveis existentes.

 

A obra prevê o acréscimo de 25% na capacidade de fluxo dessa área e conta com um investimento de R$ 4 milhões por parte da prefeitura.

 

As execuções estruturais ficarão sob o comando da Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb) e a implantação do novo sistema de circulação viária será conduzida pela Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU).


Em nota, a CTTU informa que será implantado o sistema chamado Intercâmbio Diamante Divergente (DDI), que reduz os pontos de conflito entre as vias, oferece mais opções de acesso para os motoristas e melhora o aproveitamento do espaço urbano, atendendo diferentes formas de mobilidade.


Para Ana Menezes, moradora do bairro dos Aflitos e que passa pela Avenida João de Barros todos os dias, a obra chega em “boa hora”, pois o trânsito é intenso e desgastante para quem se desloca pela região.

 

Foto: Arquivo pessoal de Ana Menezes
Foto: Arquivo pessoal de Ana Menezes
“Em momentos de pico sempre tem trânsito congestionado e isso inviabiliza as pessoas chegarem nos seus horários ou em casa mais cedo devido ao acúmulo de carros”, afirma.

 

O Entrepontes entrou em contato com a Emlurb, a fim de obter mais informações sobre a obra, contudo, até o momento da publicação desta matéria, não houve retorno por parte do órgão.

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