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Chuvas agravam desafios em abrigos de animais no Recife

  • Foto do escritor:  Gabriel Giles
    Gabriel Giles
  • 2 de mai.
  • 1 min de leitura

Estrutura limitada e custos elevados dificultam a rotina das instituições dedicadas ao resgate e cuidados dos pets


Cachorros felizes ao receber carinho e atenção (Foto: Laila Cavalcanti)
Cachorros felizes ao receber carinho e atenção (Foto: Laila Cavalcanti)

Com a chegada das chuvas, as dificuldades enfrentadas pelos abrigos de animais se tornam cada vez maiores. As instituições que resgatam e acolhem cães e gatos em situação de abandono acabam lidando tanto com problemas de infraestrutura e aumento de custos, quanto com a saúde dos animais acolhidos.


É o caso do abrigo Amor sem Fronteiras, fundado há seis anos por Laila Cavalcanti e seu pai Domingos Sávio. Atualmente, o espaço acolhe 50 animais entre cães e gatos encontrados em situação de abandono.


Ela explica que, após o resgate, os animais passam por exames iniciais para assim serem levados ao local. Laila destaca que o cuidado com eles continua o mesmo após chegar no espaço: “Depois disso, realizamos todo o processo de castração, vacinação e vermifugação. Só depois dessa etapa eles são disponibilizados para adoção”, afirma.



Gatos aconchegados em seu cantinho de descanso (Foto: Laila Cavalcanti)
Gatos aconchegados em seu cantinho de descanso (Foto: Laila Cavalcanti)

De acordo com Laila, o período chuvoso traz impactos diretos no comportamento dos animais.

“Eles ficam mais assustados e reclusos, principalmente quando há trovões e relâmpagos”, relata.

As chuvas causam goteiras nos locais fechados, molhando a área de descanso dos pets. Para amenizar, o espaço tenta arrecadar mantas, lençóis e caminhas, tendo em vista também a realização de reformas para a proteção e conforto dos animais.


No entanto, os maiores obstáculos são financeiros.

“Atualmente, estamos com grandes dificuldades de arrecadar doação de dinheiro e, diante disso, estamos atrasando aluguel e contas que nos ajudam na manutenção do espaço”, comenta.

 
 
 

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