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Artesãos de feiras colaborativas se preparam para Copa do Mundo

  • Foto do escritor: Arthur Clemente e Pedro dos Santos
    Arthur Clemente e Pedro dos Santos
  • há 6 dias
  • 2 min de leitura

Experiência de 2022 impulsiona expectativa de crescimento nas vendas e no fluxo do público



A Copa do Mundo costuma não só movimentar os torcedores, mas também a economia. No Recife, durante a última edição do campeonato em 2022, o comércio da cidade registrou aumento de até 15% nas vendas, segundo estimativas da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). O período, que coincidiu com o fim de ano, impulsionou a procura por produtos temáticos, além de alimentos, bebidas e eletrônicos.


Com uma nova edição do maior torneio de futebol do planeta programada para os próximos meses, a expectativa entre os vendedores é que os negócios alcancem – ou até superem – os números do campeonato passado, mantendo o evento como uma oportunidade para produtores locais.


Estande da Sweet Paper em feira/ Divulgação
Estande da Sweet Paper em feira/ Divulgação

Naquela ocasião, além do varejo tradicional, feiras de economia criativa também se beneficiaram do aumento na circulação de pessoas. Iniciativas como as organizadas pela marca Crabolando passaram a concentrar pequenos produtores locais em espaços como a Rua da Aurora, Rua do Bom Jesus e o Parque da Jaqueira, que aproveitaram o momento e o interesse para oferecer produtos autorais e temáticos.


Fernando Santos, dono da loja Sweet Paper, participante das feiras, analisa a mudança de comportamento dos consumidores.

“Durante a Copa, a atenção do público se desloca muito para o evento, o que tende a reduzir o interesse por produtos que não estejam ligados ao tema. Por outro lado, produtos com qualquer conexão com futebol costumam ter aumento na procura. Também é comum haver picos de movimento em dias de jogos”, explica.

Sobre as variações nos produtos que esse período estimula, acrescenta: “Para enfrentar essas mudanças, uma saída prática é adaptar parte do portfólio ao clima da Copa (sem descaracterizar a marca), criar versões temáticas simples dos produtos, aproveitar o aumento de movimento em dias de jogo com promoções rápidas ou combos, e reforçar a comunicação destacando utilidade e valor emocional dos itens que não têm relação com futebol. Também ajuda ajustar o estoque para evitar excesso de produtos com menor giro nesse período”.

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