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Comércio prevê queda nas vendas para o Dia das Mães

  • Foto do escritor: Natália Beserra
    Natália Beserra
  • 12 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura

Vendedores relatam diminuição na procura por presentes desde a pandemia.



Uma pesquisa recente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE) revela que grande parte dos recifenses pretende ir às compras este ano para celebrar o Dia das Mães. Apesar disso, comerciantes citam que o movimento está fraco e atribuem o motivo a vários fatores, como a pandemia de Covid-19 e a insegurança no centro da cidade.


Nicole Lopes trabalha em uma loja de roupas na Rua do Hospício, na Boa Vista. Ela conta que, nos últimos anos, a procura por presentes para a data comemorativa mudou consideravelmente: “O movimento em si vem caindo muito de 3 a 4 anos para cá. Depois da pandemia, muitas lojas aqui no centro fecharam. Antes da pandemia, a gente realmente vendia, comemorava o dia das mães. Hoje em dia está totalmente parado”, pontua. 


Além disso, a vendedora alega que a falta de segurança no centro do Recife tem afastado a clientela: “É como se a gente tivesse abandonado, o centro da cidade está abandonado. Vemos casos de assalto próximos a nós, não tem monitoramento da polícia. Quem vai querer vir comprar aqui? Ninguém”, afirma.




Mesmo diante de todos esses obstáculos, a procura por artigos para homenagear as figuras maternas não está extinta. Os diversos meios possíveis para a compra de presentes ainda são consultados pelos consumidores. É o caso de Joyce Lucas, estudante de letras que está à procura de roupas para presentear sua mãe neste 11 de maio: “Eu normalmente gosto de pesquisar. Esse ano eu ainda não achei tantas variedades que fossem do estilo que a minha mãe gosta. Mas eu ainda estou procurando e espero achar alguma coisa que me agrade também quanto ao custo benefício”, revela. 



 
 
 

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