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Dia Das Mães destaca esporte como conexão familiar

  • Foto do escritor: Arthur Clemente
    Arthur Clemente
  • 9 de mai.
  • 2 min de leitura

Duas histórias no Recife mostram como mães e filhas encontram no esporte uma forma de conexão e afeto


Montagem de fotos de Manuella e Sophia. Fotos: Manuella Wanderley. Montagem: Arthur Clemente
Montagem de fotos de Manuella e Sophia. Fotos: Manuella Wanderley. Montagem: Arthur Clemente

O esporte, além de ser entretenimento, lazer, saúde e bem-estar, também é uma forma de aproximar as pessoas, unir gerações e criar memórias. Em diferentes modalidades, é possível observar momentos de convivência e fortalecimento de relações no dia a dia. Neste Dia das Mães, duas histórias no Recife, marcadas por muita prática esportiva, conexão e parceria, mostram como mães e filhas encontram no esporte um vínculo que vai além das quadras, praias e tatames.


Uma dessas histórias é a de Manuella Wanderley e Sophia Wanderley. Mesmo não dividindo o mesmo espaço de treino, as duas têm o vôlei como esporte em comum. Enquanto a mãe pratica vôlei de praia, a filha já representa o colégio em competições fora do estado.


Sophia, a filha, conta que ter uma mãe que também pratica vôlei a fez se interessar pelo esporte: “Desde pequena, eu a via jogando na praia e sempre quis também. Ela sempre me chamava para assistir jogos de vôlei, aquele tempinho com ela era muito especial e fazia com que eu amasse cada vez mais esse esporte”.


Já Manuella, a mãe, conta que o vôlei ajudou as duas a terem uma relação mais próxima: “Ela conversa comigo sobre os jogos, me pede conselhos e com certeza isso aproxima a gente ainda mais. Vê-la jogando me dá muito orgulho”.


Foto de Ana Lídia e Maria Luisa durante treino de Jiu-Jítsu. Foto: Maria Luisa Leibel (Acervo Pessoal).
Foto de Ana Lídia e Maria Luisa durante treino de Jiu-Jítsu. Foto: Maria Luisa Leibel (Acervo Pessoal).

Já a conexão entre Ana Lídia Leibel e Maria Luisa Leibel acontece no jiu-jítsu. O esporte entrou na rotina da família quando o filho mais velho começou a praticar e despertou o interesse da irmã, Maria Luisa. Com o tempo, Ana Lídia também decidiu entrar na modalidade, mesmo não tendo a mesma frequência que a filha.  


Maria Luisa conta qual a sensação de ver sua mãe praticando o esporte:

“Eu gosto muito quando a minha mãe vai para o jiu-jitsu comigo. É um esporte que ajuda a mulher a se proteger e eu adoro que a minha mãe tenha acesso a isso”.

Já Ana Lídia comenta que o esporte ajuda na proximidade das duas: “Nos aproximou ainda mais. Acho que existe uma relação de respeito muito forte, de companheirismo mesmo”.

 

 


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